Quem Somos

Aos 33 anos, a médica pneumologista Marina de Loureiro Maior descobriu que estava com câncer de mama e decidiu criar um blog para falar sobre o tratamento e desabafar as angústias de alguém que enfrenta uma doença como essa. Por meio do blog, a médica conheceu outras jovens que passavam pelo mesmo problema além de outros blogs similares e criou o grupo Meninas de Peito no Facebook para facilitar a comunicação e ser um ponto de encontro online onde é possível encontrar uma amiga que sabe exatamente pelo que cada uma está passando.

Hoje, o grupo conta com milhares de mulheres entre pacientes de câncer de mama (e outros tipos) e familiares dessas pacientes. No grupo, as amigas têm total liberdade para falar sobre o tratamento, compartilhar dúvidas sobre a temida quimioterapia, efeitos dos tratamentos, comemorar resultados de exames, trocar dicas de maquiagem, lenço, perucas, cremes e outros “segredinhos” que ajudam a elevar a autoestima e driblar os efeitos colaterais das fortes medicações.

O grupo realiza Encontros Nacionais,  reunindo mais de 150 participantes em cada,  que romperam a barreira do virtual e da guerra isolada, para dividir sua luta com solidariedade e apoio real.

Em 2015, as idealizadoras do grupo criaram o Projeto Meninas de Peito, que visa ampliar o diálogo entre familiares e pacientes através de sites, campanhas e palestras. “Queremos levar essa mensagem de apoio a todos os cantos do País. Muitas pessoas ainda ignoram que o câncer é uma doença que tem cura e que precisa ser enfrentada de cabeça erguida. Conhecimento é uma arma importante no enfrentamento do câncer e o Meninas de  Peito quer levantar esse debate sobre prevenção, cuidados, tratamentos e a importância da qualidade de vida  durante e depois do tratamento. Não podemos mudar um diagnóstico. Mas podemos lutar para que o câncer seja apenas um REcomeço na vida dessas meninas de peito”, destaca Marina.

O site Meninas de Peito é colaborativo e parte do conteúdo é criado por pacientes ou ex-pacientes que realmente conviveram com o câncer. O projeto seguirá contando com a base de apoio do grupo fechado do Facebook.

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